segunda-feira, 23 de maio de 2011

Desculpas...

Oieee!
Pois é, prometi postar aos sábados. Mas meu lindo computador resolveu me sacanear. Vocês nem imaginam o sufoco que estou passando sem ele. Não irei postar até eu conseguir resolver as coisas.
Espero que me entendam!
Postarei assim que possível!
Beijos, uma ótima semana!!
=D

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Elevador Maldito




Quarta-feira. Mais um dia comum. Comum? Teria sido comum se eu não tivesse pego aquele elevador.
06:25, meu celular tocava minha música favorita, despertando-me. Descontente levantei, rotineiramente disputei o banheiro com meu irmão. Realizado o café-da-manhã, meu pai levou-me até a faculdade e foi trabalhar.
Até aquele momento tudo transcorria tranquilamente.
Chamei o elevador, pacientemente esperei. Sozinha entrei e fiquei. Ao entrar ele chiou. Ele? Ele quem? Ora, o elevador, é claro!
Apertei o botão para o 4° andar, mas de súbito desceu.
O andar estava vazio, apenas o som de que havia vida no prédio ecoava pelo corredor.
A porta se fechou. A flecha sinalizando que ia subir acendeu, mas a caixa metálica não se moveu. As luzes apagaram. Tudo ficou totalmente escuro. Minhas mãos trêmulas suavam. Sem mais nem menos comecei a ouvir um ruído que ficava cada vez mais forte. Um som agourento crescia. O barulho de unhas arranhando o metal era praticamente palpável. Respirar tornava-se impossível.
As luzes se acenderem, cegando-me. O elevador estava subindo. Fechei os olhos respirando profundamente. Abri-os arrependendo-me.
Uma criatura pálida e curvada estava parada de costas, frente à mim. Garras cobertas de sangue projetavam-se nas pontas dos dedos.
Levei a mão à boca, abafando um grito.
A criatura esquelética remexeu-se, virando de frente para mim. Uma faixa suja de sangue formava um “x”, tampando os olhos. A boca costurada sangrava.
Atônita, pisquei. Um erro. As garras que antes descansavam à minha frente atravessaram minhas entranhas.
Uma dor latente tomou conta de mim. Fechei os olhos com força e ao abri-los tudo voltara ao normal.
A porta abriu, e vacilante dei um passo. Nada. Saí livre para o corredor cheio e barulhento.
Virei-me encarando a criatura que reaparecera. Ela permanecia parada. Devagar levantou o braço ossudo, apontando o dedo indicador, com a lâmina sangrenta na minha direção.
A porta fechou-se.
- Larissa? – Minha amiga despertou-me do transe. – Vamos? A aula já começou. -
Sorri e caminhei para a sala. Mas a ideia de que não havia acabado pairava em minha mente.

Larissa Winchenko

Sexta-Feira 13...

Oiee ^^
Em homenagem à este dia "assombrado", vim colocar um pequenho comentário e postarei um conto de minha autoria.
Gostaria também de avisar que pretendo postar aos sábados. Mas hoje é um dia especial!
Então, desejo-lhes uma ótima sexta-feira 13!
Beijos

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Loucura




Ah loucura...
Loucura esta que me deixa louca
A mesma que me cega e condena
Quando não estais perto de mim

Perto de ti...
Sou lúcida, um tanto louca, mas lúcida...
Loucura louca que me enlouquece...
Esqueço...

Até quando terei de te esperar?
Quanto esperarei pra sentir a ti?
Respirar teu ar, teu cheiro
Sentir tua alma, o bater de nossos corações...

Buscar-te-ei em meus sonhos...
Em minhas loucuras...
Procurarei a lucidez...
Na tua mais profunda loucura...

Juro... Que por esta loucura que me possui
Que me atormenta
Amar-te-ei loucamente...
Eternamente...


Larissa Winchenko