sábado, 16 de julho de 2011

Oh, meu amor...




O que tanto procuras?
O que tanto buscas?

A mim?! Só agora vieste?
Pois bem, agora é tarde
O que restava de mim em ti
Já se foi há muito tempo...

Busca-me nas tuas falsas juras de amor
Busca-me nas mortas frases que escrevo
Busca-me nas flores secas em minha lápide

Mas, nunca se esqueças...
Que o sangue derramado foi o meu
E este... Foi por ti...


Larissa Winchenko

2 comentários: